Blog do Flavião
sábado, 1 de outubro de 2011
Gostos e opiniões
Já dizia o poeta que "cu e gosto cada um tem o seu". Eu diria que o mesmo vale para opinião. Ter gostos e opiniões diferentes é da vida, é saudável e até gostoso. Eu gosto de conversar com pessoas que têm uma opinião diferente da minha. Acho que ouvir e aprender é uma dádiva, mas nem todos pensam assim.
Há os que não respeitam a opinião alheia. Mas, pior do que isso, há aqueles que não respeitam o fato do outro ter uma opinião. Se for diferente da sua então... Quer experimentar? Vá ao Twitter e critique um time, mesmo que seja o seu, ou um jogador de futebol, um pretenso craque. Você vira inimigo e será ofendido de todas as formas. Há também aqueles que são proprietários da opinião, donos da verdade. Se você não concorda com eles é uma besta e precisa aprender. Ou parar de importuna-los e seguir em frente. Eles são superiores, vivem noutra dimensão e, na verdade, são uns coitados afogados em arrogância.
Agora, quando o assunto é gosto, daí então o bicho pega. Cada um tem o direito de gostar do que quiser. E nesse ponto eu concordo com a Cláudia Leitte - tem sim rockeiro sendo nazista em relação a ela e aos demais que não são do rock. Cara, não gosta, não assiste. Muda de canal, faz outra coisa. Vai dormir. Espera pelo próximo show. Não enche o saco. No caso dela, especificamente, eu acho que ela fez um belo show e se esforçou para agradar - de forma competente. Cantou Tim Maia, Jorge Benjor, Led Zeppelin, citou Stones, e até Frenéticas ela cantou. Claro, teve a dança do caranguejo porque afinal de contas é Axé, mas ela canta pacas. Você pode gostar, ou não. Mas ninguém pode atacar.
O Rock in Rio, na verdade, é o "Pop in Rio". E é assim desde o primeiro, quando até o Ivan Lins teve o seu momento de popstar. Mas é uma oportunidade de ver coisas diferentes, ouvir, prestar atenção, aprender. Por que não? Não tem todo dia. Experimenta, vai por mim, não dói. Baixa um pouquinho a bola. Eu não conhecia a Janelle Monáe, sabia que ela tinha aberto os shows da Amy Winehouse no começo do ano e impressionado, mas nunca tinha visto. Achei do caralho! Você poder gostar de outra coisa.
Eu baixei a minha bola, dou a mão à palmatória (escreverei mais sobre o "Pop in Rio" depois), e confesso que curti bastante alguns shows Pop. E gostei sim da Cláudia Leitte, da Katy Perry e da Ivete Sangalo. A Ke$ha eu não gostei. Aliás, com a Katy Perry e com a Ivete Sangalo eu me diverti. E muito.
Ou então faz beicinho, dá uma de gostoso e de dono da verdade e vai babar no reflexo do espelho. Ok?
terça-feira, 13 de setembro de 2011
Spam
Spams enchem a caixa postal (e o saco) de todo mundo. Mas, ao menos às vezes, tem algumas coisas engraçadas a seu respeito. No Blackberry, por exemplo, aquela (maldita) luzinha vermelha fica piscando a todo momento para te avisar que chegou um e-mail, o que em certas reuniões pode ser legal porque passa uma impressão de que você é suuuuper requisitado. Se ao menos funcionasse para o cliente te contratar logo antes que um concorrente dele te consuma poderia até ser lucrativo. :)
Mas às vezes tenho que tomar cuidado. Se deixo o Outlook aberto alguém pode passar pela minha máquina e ao se deparar com um anúncio (que sempre tem fotos enormes) de bomba peniana vai acabar achando que eu realmente me interesso por aquilo. Não, eu não quero matar ninguém... (um pouco de pretensão e de água benta nunca fizeram mal a ninguém!).
E também é preciso estar de bem com a vida para conviver com o spam, porque depois de tanto anúncio de remédio para emagrecer, para deter a queda de cabelos, contra a impotência e de fotos de sua mulher te traindo dá mesmo uma certa depressão.
Mas hoje pela manhã - hora de apagar os e-mails indesejados e separar o joio do trigo - eu confesso que me diverti com os nomes dos "remetentes". Veja só:
O Firmo Baroza me mandou um e-mail sobre um perfume para atrair mulheres.
A Riane Gordalina quer me ensinar os truques da sedução.
Já o Olavo Tratante tem um produto fantástico para eliminar a barriga e a celulite.
E, por fim, o Luigi Trezentos quer me ensinar como perder 9Kg dormindo!
Não é demais? :)
Fui! Hora de ler o Valor Econômico antes do dia começar de verdade.
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
"Worllidays"????
Às segundas-feiras o Valor Economico publica no Caderno Eu & Investimentos uma coluna boa, da Lucy Kellaway do "Financial Times". Sua coluna é publicada às segundas-feiras na editoria de Carreira.
Como de forma pouco inteligente (ao menos na minha opinião) o Valor Econômico só permite compartilhar artigos no Twitter e no Facebook com quem também é assinante, eu vou reproduzir a coluna aqui porque vale muito a pena.
Em parte, eu acabei de fazer o mesmo que ela na minha semana de férias de julho. Gaste cinco minutinhos do seu tempo com o texto abaixo - vale a pena. ;)
"Worlidays" ajudam a ficar longe sem perder o contato
Na maior parte deste verão estou em "worliday". Essa é uma palavra que inventei para descrever uma coisa que venho fazendo há alguns anos, mas que agora pareceu precisar de um nome. "Worliday" é como umas férias com um pouco de trabalho. É o futuro da maior parte dos trabalhadores profissionais e, na verdade, ao contrário do que a maioria das pessoas poderia pensar, ele é realmente muito bom.
Eis o que eu fazia quando estive em "worliday", há dez dias, no norte da Cornualha. Acordava, enviava alguns e-mails e depois saía para uma caminhada na praia. Depois, escrevia um artigo diante de uma janela com vista para um riacho. Em seguida, acendia uma churrasqueira do lado de fora de casa para preparar umas linguiças. Ou, se o céu estivesse cheio de nuvens carregadas, colocava as linguiças em uma grelha fechada. A maior parte dos trabalhadores profissionais já vem tirando "worlidays" há algum tempo.
O avanço constante desse conceito pode ser traçado pela ascensão e queda do e-mail automático que informa que o destinatário está fora do escritório. Cinco anos atrás, eles eram a última moda: se você enviava um e-mail em agosto, recebia uma mensagem automática informando que a pessoa com que você estava tentando contato estava de férias por duas semanas. Então, dois anos depois a resposta mudou: você ainda recebia a mensagem automática, mas ela era prontamente seguida de uma resposta apropriada digitada em um BlackBerry a partir da beira de uma piscina na Toscana.
Este ano, você simplesmente vai receber a mensagem da beira da piscina - pouquíssimas pessoas enviam e-mails informando que estão fora do escritório. De fato, na semana passada almocei com o presidente de uma companhia de mídia que proibiu seus funcionários de enviar esses e-mails, baseado na ideia de que eles são pouco profissionais e não fazem sentido.
A maioria das pessoas vai dizer a você que as "worlidays" não são saudáveis do ponto de vista psicológico. Certamente é uma coisa terrível ficarmos todos presos a BlackBerrys e em contato com o escritório mesmo quando supostamente deveríamos estar relaxando sob o sol (ou sob a chuva). Os especialistas em estresse afirmam que o descanso total é essencial para que nos relacionemos com nossas famílias, com nossas almas e recarreguemos as baterias.
Mas, pela experiência que tenho, a coisa não funciona bem assim. A bateria humana é um equipamento engraçado e nem sempre responde bem a uma imersão súbita na ociosidade com a família em um lugar estranho. O estímulo intelectual recarrega mais minhas baterias do que ficar presa em algum lugar num dia de chuva, acompanhada de adolescentes entediados.
De volta aos dias pré-internet, quando as férias representavam uma pausa obrigatória do trabalho, fazíamos um esforço enorme para ajeitar todas as coisas antes do início da folga. Então, chegávamos aos nossos destinos com os nervos abalados e com a cabeça cheia de preocupações profissionais.
Eu costumava tirar a primeira semana de férias para relaxar e deixava de me preocupar com o que estaria acontecendo no trabalho. Quando isso acontecia, já era hora de voltar a trabalhar e então uma desconcertante aclimatação era exigida na outra direção.
A primeira coisa maravilhosa das "worlidays" é que não há uma transição absoluta entre os dois estados. Como eu trabalho quando estou afastada do escritório, não há aquela correria para ajeitar as coisas antes. Melhor ainda: isso significa que você poderia ser capaz de se afastar com mais frequência, para compensar o fato de ainda estar quase trabalhando, mesmo ausente do escritório.
Desse modo, as "worlidays" não são prejudiciais à família, uma vez que elas têm duas vezes mais folgas. É fato que as crianças terão metade das atenções dos pais, mas a maioria delas vê isso como uma vantagem.
Todavia, a adoção em massa das "worlidays" não quer dizer que todo mundo deveria ter direito a férias mais longas, mas que o direito a férias deveria ser totalmente eliminado. O modelo corrente só faz sentido para as pessoas que trabalham com horários estabelecidos - estas pessoas claramente também precisam de férias determinadas.
Mas para os profissionais que não atuam seguindo horários rígidos por décadas, ter férias fixas parece um anacronismo. A Netflix, famosa por sua cultura descolada, desenvolveu isso há algum tempo. Seus funcionários podem tirar folga quando julgam necessário - ninguém mantém um registro de férias.
O perigo com um esquema desses é que as pessoas ambiciosas podem parar completamente de tirar folga, mas este é um perigo que já existe com o sistema atual. Na verdade, contanto que as pessoas sejam pagas para produzir resultados, em vez de ficarem sentadas em suas cadeiras, tirar bastante "worlidays" parece ser algo consistente com a obtenção de um grande sucesso.
E com essa nota positiva, estou prestes a fazer minhas malas e embarcar com a minha família para uns dias em Yorkshire. Nela, colocarei óculos de sol e botas Wellington - uma vez que nunca sabemos como o tempo estará por lá -, além de meu BlackBerry e o computador."
P.S. do Flavião - eu só trocaria o BlackBerry pelo iPhone... ;)
quarta-feira, 6 de julho de 2011
Anota aí na sua agenda!
Os três próximos shows que eu quero muito ver:
(1) Eric Clapton (God, Himself!), 12/10/2011 no Morumbi - a venda dos ingressos foi adiada para 19/07/2011, e eu estou na maior expectativa. Na sua última passagem pelo Brasil, em 2001 no Pacaembu, eu a Baixinha fomos e foi simplesmente demais!
(2) Pearl Jam, por enquanto marcado apenas para a Praça da Apoteose, no Rio de Janeiro, para 06/11/2011 - eu perdi o show deles em 2005, também no Pacaembu (que saudades!!!), porque a escola do Gui, então com 10 aninhos, marcou uma apresentação musical do meu filhote para uma hora antes do show... :'( A Elaine e o Caio ficaram com os meus ingressos e adoraram o show.
(3) Roger Waters, agendado para 22 e 23/03/2012 em SP - provavelmente no Morumbi também. É parte da turnê mundial do The Wall, e é imperdível! Quando Mr. Waters passou por aqui pela última vez, tocando o "The Dark Side of the Moon" na íntegra, nós fomos e foi simplesmente fantástico. Tudo bem que o Gui pediu para ir embora naqueles solos de sax do lado B, mas ele adorou o resto do show, e eu a Baixinha amamos.
Bora lá???? Quem está a fim??? ;)
(1) Eric Clapton (God, Himself!), 12/10/2011 no Morumbi - a venda dos ingressos foi adiada para 19/07/2011, e eu estou na maior expectativa. Na sua última passagem pelo Brasil, em 2001 no Pacaembu, eu a Baixinha fomos e foi simplesmente demais!
(2) Pearl Jam, por enquanto marcado apenas para a Praça da Apoteose, no Rio de Janeiro, para 06/11/2011 - eu perdi o show deles em 2005, também no Pacaembu (que saudades!!!), porque a escola do Gui, então com 10 aninhos, marcou uma apresentação musical do meu filhote para uma hora antes do show... :'( A Elaine e o Caio ficaram com os meus ingressos e adoraram o show.
(3) Roger Waters, agendado para 22 e 23/03/2012 em SP - provavelmente no Morumbi também. É parte da turnê mundial do The Wall, e é imperdível! Quando Mr. Waters passou por aqui pela última vez, tocando o "The Dark Side of the Moon" na íntegra, nós fomos e foi simplesmente fantástico. Tudo bem que o Gui pediu para ir embora naqueles solos de sax do lado B, mas ele adorou o resto do show, e eu a Baixinha amamos.
Bora lá???? Quem está a fim??? ;)
Acima de tudo, um retrato do Brasil
Fazia tempo que eu não postava nada, né? O tempo anda escasso, mas aos poucos eu vou retomando a minha vida digital. :)
Eu já havia reparado nessas fotos aí embaixo, e o editorial da Folha de São Paulo de hoje aponta para um fato político interessante: na primeira foto o ex-Presidente Lula aparece rodeado por Peemedebistas, enquanto a Presidente (é assim que ela prefere ser chamada, o que já causou acalorados debates no Senado) Dilma aparece rodeada por... Tucanos! O editorial destaca que as fotos, tiradas ao acaso e ambas nos velórios do também ex-Presidente Itamar Franco (o então Presidente mais sortudo da história!), mostram muito mais do que aparentam. Na verdade, demonstram que o Governo Dilma não se sente muito à vontade entre os Peemedebistas o que pode levar a uma presença Tucana mais efetiva. E que também já produziria algum efeito nas eleições municipais do ano que vem.
Mas o que me chamou a atenção, de verdade, foi a primeira foto - um retrato perfeito da História Brasileira dos últimos 20 anos. Você acreditaria, há exatos 20 anos, que veria alinhados Lula, Michel Temer, José Sarney, e, a cereja do Sundae, Fernando Collor, Renan Calheiros e Lindemberg Farias?!?!?!?!?! Sim, o ex-presidente da Une e símbolo maior dos caras pintadas na campanha pelo impeachment do Fernando Collor, ele mesmo! E todos no mesmo barco do Lula!
Não é demais?
Eu já havia reparado nessas fotos aí embaixo, e o editorial da Folha de São Paulo de hoje aponta para um fato político interessante: na primeira foto o ex-Presidente Lula aparece rodeado por Peemedebistas, enquanto a Presidente (é assim que ela prefere ser chamada, o que já causou acalorados debates no Senado) Dilma aparece rodeada por... Tucanos! O editorial destaca que as fotos, tiradas ao acaso e ambas nos velórios do também ex-Presidente Itamar Franco (o então Presidente mais sortudo da história!), mostram muito mais do que aparentam. Na verdade, demonstram que o Governo Dilma não se sente muito à vontade entre os Peemedebistas o que pode levar a uma presença Tucana mais efetiva. E que também já produziria algum efeito nas eleições municipais do ano que vem.
Mas o que me chamou a atenção, de verdade, foi a primeira foto - um retrato perfeito da História Brasileira dos últimos 20 anos. Você acreditaria, há exatos 20 anos, que veria alinhados Lula, Michel Temer, José Sarney, e, a cereja do Sundae, Fernando Collor, Renan Calheiros e Lindemberg Farias?!?!?!?!?! Sim, o ex-presidente da Une e símbolo maior dos caras pintadas na campanha pelo impeachment do Fernando Collor, ele mesmo! E todos no mesmo barco do Lula!
Não é demais?
sexta-feira, 6 de maio de 2011
Já aconteceu...
Depois da verdadeira surra que o meu Palmeiras levou ontem do Coxa, o Thiago Trevisan brincou no Twitter dizendo que acreditava que seria 6x1 para o Palmeiras no jogo de volta, e que o gol fora é que "mataria" o Palmeiras. Pois bem Thiago, Você é muito mais novo do que eu e provavelmente não deve se lembrar, mas já aconteceu algo semelhante - a diferença foi apenas um gol a menos! :)
Na Libertadores de 95 o Grêmio encardido do Felipão, que aliás acabou campeão, meteu 5x0 no Palmeiras no jogo de ida lá no Olímpico. Foi um jogo complicado, com muitas brigas e expulsões - o Palmeiras teve dois expulsos, Rivaldo e Válber (os dois meias de criação) e o Grêmio teve a expulsão do Dinho. Com 10 contra 9 o Palmeiras não conseguiu segurar o Grêmio e levou cinco.
Bom, no Jogo da volta, sem seus dois principais jogadores, o Palmeiras então dirigido pelo Carlos Alberto Silva, precisava de um milagre. E, para complicar mais ainda, o Grêmio saiu na frente com um gol do Jardel.
Mas os gols foram saindo, saindo, e o Palmeiras virou para 5 x 1. Foi justamente o primeiro gol do Grêmio no jogo de volta que desclassificou o Palmeiras e levou o Grêmio adiante.
Eram tempos diferentes, o Palmeiras de 95 era muito superior ao de hoje, mesmo sem Válber e Rivaldo tínhamos Cafu, Mancuso, Paulo Isidoro e Alex Alves (as duas revelações do momento), Antonio Carlos e Cléber na zaga, Flávio Conceição como volante. Hoje, com Luan, Rivaldo (infelizmente, incomparável com o original), e companhia bela, eu acho que a chance disso se repetir é ínfima. Mas, para registro, já aconteceu.
Achei os gols e a briga no Youtube. Se alguém tiver curiosidade, joga lá "Palmeiras x Grêmio Libertadores 1995" que tem os gols dos dois jogos, a briga, a estória toda.
segunda-feira, 2 de maio de 2011
Três palavrinhas rápidas sobre a morte do Osama
Rápidas mesmo, porque hoje é segunda, estou em pleno horário de trabalho e cheio de coisas para fazer. Mas a vontade de postar é mais forte, então, vamos lá:
(1) Se a decisão fosse minha, eu não sei se mataria ou prenderia o Osama. Primeiro, porque essa liderança certamente será substituída e existe uma grande chance de surgir alguém ainda mais perigoso, ardiloso e cheio de ódio; segundo, porque é muito melhor lidar com um inimigo já bem conhecido, e, por último, porque eu acho que faria muito mais sentido monitorá-lo e assim evitar grandes e covardes catástrofes - como aliás eu sempre achei que fosse feito. Isso, baseado nos ensinamentos de um de meus gurus, Don Corleone, que dizia "mantenha os seus amigos próximos e os seus inimigos mais próximos ainda";
(2) Acho que a decisão tem muito mais cara de ganho político do que estratégico - principalmente para um governo que não conseguiu corresponder às enormes expectativas depositadas sobre si, e que tem pela frente uma disputa árdua pela reeleição contra a direita cada dia mais forte e midiática; e
(3) Será que isso não servirá de motivação para novos e grandiosos ataques terroristas?
Sei não... e você, o que acha?
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